se vai ao longe? ou nunca se chega? Em terras do Índico, vamos abrandar...
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Set 10
publicado por devagar, às 15:58link do post | comentar

A temática do apartheid e da luta pelos direitos humanos interessa-me e muito.

Um documentário a não perder, se tiverem a sorte de o encontrar...

Para ver devagar.

 

 

 

 

The Documentary Series

Have You Heard From Johannesburg is a powerful seven-part documentary series by acclaimed filmmaker Connie Field that shines light on the global citizens’ movement that took on South Africa’s apartheid regime. It reveals how everyday people helped challenge – and end – one of the greatest injustices the world has ever known.

Have You Heard follows three generations of the struggle inside South Africa and battles waged in sports arenas and cathedrals, in embassies and corporate boardrooms, at rock concerts and in gas stations around the globe. Pulling together the many threads of international anti-apartheid action for the first time in any medium, Have You Heard From Johannesburg is an inspiring example for citizens and movements around the world. 

The Campaign

As the world celebrates the twentieth anniversary of Nelson Mandela’s release and turns its attention to South Africa for the World Cup, the Have You Heard From Johannesburg Campaign will shine a light on the achievements of the global anti-apartheid movement and inspire audiences to think about what they can do to change the world today. Broadcasts of the series, an interactive web platform, sneak preview events, and public screenings in 2010 will bring these untold stories to communities around the globe.

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publicado por devagar, às 13:31link do post | comentar

Por todo o mundo a água é muito importante: é fonte de vida e de morte, que gostamos de esquecer que faz parte da vida. Ou há muita, como presentemente no Paquistão, e mata, ou escasseia, e sacrifica.

Aqui é escassa.

Os prédios no Maputo têm depósito e bomba e os habitantes esquecem que não há abastecimento de água as 24h do dia. São os guardas dos prédios que fazem a gestão desse abastecimento. E fazem-no muito bem. Se falta também a luz, a bomba não trabalha...e então é um problema, dos grandes.

No campo, cabe à mulher arranjar água, e chega a andar quilómetros diários para conseguir encher os bidons, que transporta com tanta elegância que parecem leves, quando o não são.

Se há quem tenha vida de sacrificio é a mulher da ruralidade, que de tudo e de todos cuida, numa vagarosa rotina diária de varrer, cultivar a machamba (=horta), cozinhar (é preciso lenha diariamente) cuidar, lavar...

Pouco descansa, se é mãe faz tudo isto com o filho às costas, amarrado numa capulana, mas não deixa de fazer.

No hemisfério Norte muita gente se queixa e nem sabe bem o que são dificuldades diárias.

Viajando devagar por Moçambique - 5 horas para fazer 200 kilómetros - por puro prazer, e abrindo os olhos para de facto ver, sei que nesta terra me ligo às coisas que na realidade são importantes. Sem concessões ao que é fácil nem ao discurso do terceiro mundo que é chato/atrasado/pouco inteligente - porque não é.

E sei-me muito privilegiada e sinto-me voltar a ser mais gente.

É bom.


publicado por devagar, às 13:21link do post | comentar

Hoje tiro o chapéu à minha prima.

Lição de vida de alguém que andando geralmente devagar, hoje andou bem depressa: voou.

Parabéns.

Exemplos deste todos precisamos. Sempre com alegria.

E todos que me conhecem sabem que não sou sportinguista.

Sou primista.

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